Mais uma vez, os lápis estão em nossas mãos, como usá-los cabe a nós decidir. É curioso como sempre caimos na mesma questão: a liberdade.
Creio que Sartre estava certo quando disse que estamos condenados a sermos livres.
O branco é uma cor, deixar o papel como está é uma escolha, assim como pintá-lo vermelho ou lilás. Não quer dizer que o branco seja mais fácil,tampouco. Deixar de mudar a cor de nosso papel pode ser ainda mais difícil do que pintá-lo de laranja fosflorecente.
Também não interpreto a influência de terceiros como uma coisa negativa. [Há mais cores para se pintar com.] O motorista sabia onde era o endereço tanto quanto o protagonista, mas ainda sim era o único que podia levá-lo lá. Há momentos que a escolha de outros seja uma boa escolha para você mesmo. Ou não ...
Ainda sim preferimos que a escolha esteja em nossas mãos, pelo menos assim não há quem culpar se não você mesmo. Você acredita que assim se torna diretamente responsável por sua vida e suas escolhas, muitas vezes é cruel consigo mesmo. Assim você se torna solitário, individualista, egoísta e sobrepõe a sua opinião à dos outros. Go figure! [Vai ententer!]
ps.: Estou mudando o esquema dos posts! Os mais recentes ficarão embaixo, acho que assim dá para acompanhar melhor a sequência dos fatos! Se alguém se opor pode mudar de volta como estava!
ps2.: Que tal a gente comentar coisas construtivas apartir dos posts de outros membros e assim montar uma espécie de diálogo?
Stella Boni
Assinar:
Postar comentários (Atom)
2 comentários:
as vezes colocar a culpa em alguem é apreciavel, afinal, tirar a responsabilidade das suas costas é bem reconfortante.
eu concordo ctg, stella, quando vc diz que a influencia de terceiros nem sempre é ruim. ou melhor, de segundos.
quanto aos ps: por mim, pode mudar. acho que fica mais facil.
e eu adorei a ideia dos dialogos!
Acho melhor mesmo esse esquema de os recentes ficarem em cima, por mais q eu tenha chegado atrasada no blog.
É isso mesmo neah? É confortante pensar que o "tanto faz"[sempre essa expressão nos meus comentários, rsrs] não seja uma escolha, isso tira superficialmente o peso das costas e passa pros outros. Como eu disse, é superficial e a escolha é autêntica. Nessa começo a lembrar das situações nas quais as escolhas não são autênticas também, como na infância. Quando somos crianças nós somos guiados por nossos pais, responsáveis, educadores, como se sempre disséssemos "tanto faz" e até mesmo quando crescemos chegamos a colocar a culpa nos nossos pais por agirmos de tais maneiras.
Postar um comentário